desenho narigudas e cabeçudos
24.9.08

cheguei à maternidade sem grandes sobressaltos, até porque para além das águas já terem rebentado, ainda não sentia contracções.

 

chegar à maternidade, ir direita para a sala de espera e ser atendida por aquelas gentis almas (um bocadinho lentinhas) que lá trabalham é sempre uma aventura, mas fazer isso tudo sabendo que a criança está para nascer perde algum do encanto (se é que isso é possivel).

 

- boa tarde, as águas já rebentaram...

- o seu cartão? aguarde que a chamem...blá, blá, blá...

 

encostei-me (para quem conhece) logo ao pé da porta para entrar "lá para dentro", para lá daquela porta guardada por "uma senhora gorda que grita muito e tem cara de má e que naquela altura dizia que ía mas era trabalhar (leia-se "chinelar") para o novíssimo Hospital dos Lusíadas (será que conseguiu?)"

 

já não podia estar sentada porque a barriga, agora menor em tamanho, estava a incomodar-me.

a sala de espera das urgências da Maternidade Alfredo da Costa pode ser tudo menos monótona, mas eu já nem disso queria saber.

agora já estava por minha conta, o G. tinha ido estacionar e a minha irmã ainda não tinha chegado.

por fim lá me chamaram, e eu ENTREI!

 

(continua)

Por cacau com pimenta rosa, às 19:06  comentar

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